Novena a Nossa Senhora das Graças e da Medalha Milagrosa – Dia 1
Encontro Formativo: Identidade da AMM- Estatutos Nacionais

Formulário de Inscrição para a AMM de Portugal
Ficha de inscrições Nacional para a Associação da Medalha Milagrosa de Portugal.
Deverá ser preenchida por todos os que desejam ser membros.
Podem ser membros inseridos num núcleo (paróquia) ou individual (aqui com um papel na retaguarda de oração).
Encontro formativo – Um pedido atual : A Medalha

07/10/2025 – Festa de Nossa Senhora do Rosário
As origens do santo Rosário remontam ao ano 1212, quando São Domingos de Gusmão, durante sua permanência em Toulouse, viu a Virgem Maria, que lhe entregou o Rosário, como resposta a uma de suas orações, para saber como combater a heresia albigense. A vitória alcançada levou-o a ver na oração do Rosário o instrumento para encontrar refúgio e conforto, força e confiança para enfrentar e superar as dificuldades da vida, encontrando no terço o “escudo” para vencer as heresias. A “entrega” do rosário pela Virgem Maria e a sua simplicidade contribuíram para a difusão desta prática de piedade entre o povo, reconhecida pelo Papa Francisco como “mística do povo”. À luz desta experiência, portanto, podemos entender o que aconteceu em 1571. Os muçulmanos faziam pressão nas fronteiras da Europa. Então, foi formada uma Santa Liga para impedir seu avanço. Pio V, Dominicano e muito devoto de Nossa Senhora, abençoou a bandeira de guerra, com o símbolo do Crucifixo entre os Apóstolos Pedro e Paulo e, no alto, o lema de Constantino “In hoc signo vinces”. Este símbolo, além da imagem de Nossa Senhora, com a inscrição “S. Maria succurre miseris”, foi o único que sobressaía no destacamento da Santa Liga. Ao mesmo tempo, o Papa pediu a todos os cristãos para participar da batalha mediante a oração do santo Rosário. Assim, o dia 7 de outubro de 1571 foi um triunfo. Todos estavam cientes de que a vitória foi obtida por intervenção divina. Em 1572, Pio V instituiu a festa de Santa Maria da Vitória, transformada pelo seu sucessor, Gregório XIII, na festa de “Nossa Senhora do Rosário”. Nesta esteira, foram reconhecidas outras vitórias, como a de 1683, em Viena: graças à intervenção do Beato Marco de Aviano, também por intervenção divina e confiança na Virgem Maria, foi detido o avanço dos muçulmanos; como em 1687, quando o povo de Veneza suplicou à Virgem Maria para deter a peste: ao vencer a epidemia, por ex-voto, foi construída a basílica de Nossa Senhora da Saúde, comemorada em 21 de novembro. Os cristãos veem, hoje, no Rosário, um instrumento dado pela Virgem para contemplar Jesus e, ao meditar sobre a sua vida, amá-Lo e segui-Lo. É interessante notar que, em várias aparições, a Virgem Maria sempre propõe a reza do terço: em Lourdes, Fátima… recomendando, com insistência, a sua oração diária, para superar as divisões, discórdias, inquietação dos corações, entre as familiares e os povos. Hoje, o Santuário mais famoso do mundo, dedicado a Nossa Senhora do Rosário, é o de Pompeia (festejado em 8 de maio), fundado pelo Beato Bartolo Longo, em meados do século XIX.
«Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Ave, cheia de graça! O Senhor está contigo”. Ela se perturbou com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse: “Não tenhas medo, Maria, pois encontraste graça junto a Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. Ele reinará para sempre sobre a descendência de Jacó, e o seu reino não terá fim”. Maria, então, perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço o homem?” E o anjo respondeu: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. Este já é o sexto mês daquela que era chamada estéril, pois para Deus nada é impossível”. Então Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo se retirou» (Lc 1,26-38).
Perturbação
A liturgia nos insere, hoje, na escola de Maria, discípula predileta do Senhor Jesus. À luz do Evangelho, aprendemos dela o significado de “perturbação”, o desejo de se maravilhar com Deus: embora fosse virgem, se tornou Mãe; Isabel também já estava no sexto mês de gravidez, apesar da sua velhice (Lc 1,36). A perturbação permitiu a Maria deixar tudo nas mãos de Deus; a sua disponibilidade permitiu desabrochar em si “Aquele”, tão esperado pelos povos.
Esta primeira atitude de Maria ensina-nos, hoje, festa de Nossa Senhora do Rosário, a confiar na intercessão da Virgem Mãe, através da reza do terço. Tudo o que pode parecer impossível, humanamente, apenas pelas forças humanas, mediante a graça de Maria, todas as batalhas da vida, internas ou externas, podem ser vencidas.
Olhar para o alto
Além da perturbação de Maria, hoje ela nos ensina a voltar nossos olhares para o alto, com confiança e confiando-nos ao Senhor. Trata-se de um gesto, que nos leva a reconhecer que não podemos fazer nada sozinhos; que não somos os artífices do nosso destino e que precisamos uns dos outros e, juntos, precisamos de Deus. O Senhor nos prometeu que nunca nos deixará sozinhos, mas devemos ser os primeiros em acreditar nisso, começando pelo desapego das coisas terrenas e aprendendo a olhar para o céu, de onde vem a Sua ajuda (Cf. Sl 122).
Confiar-nos à oração do santo Rosário é o sinal através do qual reconhecemos que Deus age em nós e em torno de nós e, por intercessão de Maria, podemos cultivar um “elevado padrão de vida”. Acreditar é confiar naquele que pode fazer tudo por nós; aceitar a sua ajuda, reconhecendo que não podemos fazer tudo sozinhos; confiar nele, mesmo quando seus planos não coincidem com os nossos, a ponto de entregar-nos com confiança: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a sua palavra”.
Tempo de Deus e tempo dos homens
Um terceiro ensinamento, que extraímos desta passagem evangélica, é aprender de Maria e com Maria a confiar no “tempo de Deus”: um tempo composto também de silêncio, espera, paciência, sobretudo para nós, que vivemos no tempo de querer “tudo e já”.
Depois, o “kronos”, o “tempo dos homens”, marcado pelas horas e os afazeres do dia a dia: neste tempo se consuma, de modo voraz, o tempo superficial, apressado, uma espécie de tempo “descartável”.
Por sua vez, o “kairós” é o “momento justo, oportuno”, momento das ocasiões, capaz de dar sentido a cada instante da vida; é um tempo que submete à prova o próprio tempo, que exige ir a fundo às coisas, a fim de dar frutos em tempo oportuno; é viver, da melhor maneira possível, cada encontro e experiência, porque é o tempo do amor, da escuta e da atenção aos outros; enfim, é o tempo em que cada um não se deixa arrastar pela vida, mas faz suas escolhas, aproveita das oportunidades para crescer, criando-as e recriando-as, para dar o verdadeiro sentido à existência. Chegou a hora de viver, de viver para amar. Maria nos conduz a este tempo e nos ensina a deixar-nos decantar pelo ritmo frenético da vida, a descobrir e experimentar as coisas de Deus!
Oração:
“À Vossa Proteção recorremos, Santa Mãe de Deus.
Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades,
mas livrai-nos sempre de todos os perigos,
ó Virgem gloriosa e bendita”.
Fonte: https://www.vaticannews.va/…/nossa-senhora-do-rosario.html

Primeira aparição de Nossa Senhora a Santa Catarina de Labouré em 18/07/1830
No dia 18 de julho de 1830, véspera da festa de São Vicente, Catarina recorre a este Santo para que, mediante sua intercessão, se cumprisse o seu grande desejo de ver a Santíssima Virgem. Tempos atrás, quando faleceu a sua mãe e ela ainda era criança, tinha pedido a Maria que ela fosse a sua mãe.
Às onze e meia da noite, ouviu chamarem pelo seu nome. Ao pé da sua cama, uma criança misteriosa convida-a a levantar-se: “Ir. Catarina, vá a capela. A Virgem Maria aguarda-a”. Catarina veste-se e segue a criança, cujos “raios de luz, iluminavam o seu caminho”.
Chegam à capela e a Irmã Catarina para perto da cadeira do sacerdote situada no presbitério. Ouve então “como o som do movimento de um vestido de seda”. “Eis aqui a Santíssima Virgem”, lhe diz o seu pequeno guia. Duvida dele, mas o menino repete em voz mais alta: “Eis aqui a Santíssima Virgem”.
Catarina corre para se ajoelhar diante da Virgem Maria, que está sentada na cadeira e Catarina apoia as suas mãos nos joelhos da Mãe de Deus. “Ali passei algum tempo, o mais feliz da minha vida. Seria impossível dizer o que experimentei. A Virgem disse-me como devia comportar-me com meu diretor espiritual e várias outras coisas”. A Santíssima Virgem mostrou o altar onde estava o presbitério e disse: “Venha aos pés deste altar. Aqui, as graças serão dadas a todos os que as pedirem com confiança e fervor”.
A nova missão de Catarina foi a de difundir esta promessa de Deus e Maria ao mundo. Maria pediu-lhe ainda a criação de uma associação dos filhos e filhas de Maria. O confessor de Catarina, o Padre João Maria Aladel, CM, cumpriria este pedido no dia 2 de fevereiro de 1840.

Novena da Medalha Milagrosa – Dia 9
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Novena da Medalha Milagrosa – Dia 8
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Novena da Medalha Milagrosa – Dia 7
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